domingo, 8 de fevereiro de 2009

Filosofias (im)próprias

Pensei, em todas as minhas fases, que a presente era a melhor que eu já tinha experimentado, acho que eram mesmo. Conforme o tempo vai passando, e experiências vão se somando, a gente vai adquirindo mais e mais maturidade. Aprendi a encarar até mesmo os momentos difíceis como dádivas, nenhuma felicidade é plena sem ser precedida por tristezas sufocantes. Pelo menos a minha não.
Eu fui crescendo, as dificuldades também. Mas isso nunca foi problema, todo o muito que eu já tinha vivido até então sempre me ajudou à contornar todo e qualquer tipo de situação. No superar de cada dificuldade eu acabava por me superar, à aprender um muito mais.
Aprendi à ser mais feliz com o tempo, por exemplo. À deixar de me importar tanto com o que pensam, e à parar de pensar demais, que saudade muitas vezes só faz aproximar corações, mas também que proximidade excessiva é terrível, desvaloriza.
O tempo continua à me provar que é o presente o ápice de qualquer existência. Não o passado, quanto menos o futuro. O passado foi, apagou, não pode ser resgatado, à não ser em memórias, mas nem mesmo delas se pode viver o tempo todo. O futuro é desconhecido, e isso me basta de argumento.
É de presente que se vive a vida, o presente é vida.

... E amanhã são dezesseis.

Um comentário:

João Spott disse...

16 lindos anos! 9 tive o pivilégio de ver, princesa, linda crescer; tornar-se perfeita mulher, entao rainha do nosso(meu) coracao! PARABENS!