Nasceu ontem, morreu hoje. Morrerá amanhã... Pouco importa, nenhuma diferença faz. São só as datas prensadas numa placa fria e aquilo delimita toda a existência de quem quer que seja. Pode ser que tenha sido bom, ou ruim. A placa é a mesma. Muda-se o nome, alguns números, nada muda.
Tô cansada de perder as coisas, e acho eu que em meio a tantas perdas, acabei me perdendo também. Meus sonhos e riscos, meus risos. Em algum lugar da trajetória tudo se perdeu, misturou.
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